Em Assembléia estadual que teve início no vão do MASP e terminou na em frente a Secretaria Estadual de Educação no Praça da República, mais de 30 mil professores decidiram manter a greve e aumentar a pressão para dobrar a intransigência do Governo Serra/Goldman/Paulo Renato, que até o presente momento, não apresentou nenhuma proposta de negociação, a não ser a provocação de que as negociações só se iniciam depois do término da greve.
Antes, numa demonstração de garra e força extraordinária, os milhares de professores presentes, romperam o cordão de isolamento montado pela Polícia Militar e ocuparam as duas pistas da Avenida Paulista, seguindo em passeata sem carro de som que havia sido preso pelo governo Serra.
A PRÓXIMA ASSEMBLÉIA SERÁ NO VÃO DO MASP no dia 8 de abril (quinta feira) às 14 horas, quando mais uma vez os professores seguirão em passeata até a Praça da República, onde iremos montar acampamento até que o governo de Alberto Goldman abra negociação e atenda nossas reivindicações. para resolver o conflito.
A GREVE CONTINUAR TUCANOS A CULPA É DE VOCÊS
domingo, 4 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Gás Lacrimogêneo, Balas de Borrachas, Bombas de Efeito Moral e Cassetetes... Serra e Paulo Renato Mandam Tropa de Choque Massacrar Professores no Morumbi
Sexta feira 26 de março; mais de trinta mil professores realizam Assembléia na Praça Vinicius de Moraes, em frente ao Estádio do Morumbi. Decidem manter a greve, que já dura 21 dias, pois o governo não abriu negociações. Quando estavam prestes a seguir em passeata até o Palácio, chegou a notícia de que o governo receberia uma comissão de representantes das entidades do magistério.
Um grupo seguiu juntamente com a comissão, que entrou no Palácio e os demais ficaram em frente a um conjunto de barricadas armadas pela tropa de choque da PM paulista, a cerca de 500 metros do portão principal.
O clima era tenso e de repente um PM descontrolado desfere um jato de spray de pimenta nos manifestantes que se defendem com objetos: garrafas plásticas, pedaços de papéis e pequenos galhos das árvores, a partir daí foi uma guerra totalmente desproporcional, bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo, balas de borracha e cassetetes, compuseram o cenário das ruas próximas ao local da Assembléia que estavam cercadas por mais de mil homens da tropa de choque. Um ato covarde que revela a truculência desse governo incompetente, tratando a educação como caso de polícia.
Mais tarde a comissão voltou e informou que o representante do governo apenas comunicou que não haveria negociação.
Resultado mais de vinte professores feridos, o que só faz aumentar a nossa convicção e nossa certeza de que não será a força que conterá a garra e a valentia dessa categoria. Nossa greve continuará até a vitória, pois só queremos o direito de ter educação de qualidade e a dignidade da nossa profissão.
Nesse sentido como dizia o Professor Florestan Fernandes, contra as idéias de força a força das idéias.
Para aqueles que ainda não se convenceram a entrar em greve deixemos aqui uma frase de um professor anônimo.
“Quando há greve
Quem é Professor está em greve
Porque estar professor
É Grave”
Um grupo seguiu juntamente com a comissão, que entrou no Palácio e os demais ficaram em frente a um conjunto de barricadas armadas pela tropa de choque da PM paulista, a cerca de 500 metros do portão principal.
O clima era tenso e de repente um PM descontrolado desfere um jato de spray de pimenta nos manifestantes que se defendem com objetos: garrafas plásticas, pedaços de papéis e pequenos galhos das árvores, a partir daí foi uma guerra totalmente desproporcional, bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo, balas de borracha e cassetetes, compuseram o cenário das ruas próximas ao local da Assembléia que estavam cercadas por mais de mil homens da tropa de choque. Um ato covarde que revela a truculência desse governo incompetente, tratando a educação como caso de polícia.
Mais tarde a comissão voltou e informou que o representante do governo apenas comunicou que não haveria negociação.
Resultado mais de vinte professores feridos, o que só faz aumentar a nossa convicção e nossa certeza de que não será a força que conterá a garra e a valentia dessa categoria. Nossa greve continuará até a vitória, pois só queremos o direito de ter educação de qualidade e a dignidade da nossa profissão.
Nesse sentido como dizia o Professor Florestan Fernandes, contra as idéias de força a força das idéias.
Para aqueles que ainda não se convenceram a entrar em greve deixemos aqui uma frase de um professor anônimo.
“Quando há greve
Quem é Professor está em greve
Porque estar professor
É Grave”
sábado, 20 de março de 2010
50 Mil Professores Decidem manter a Greve!
GREVE 2010
Sem Negociação Assembléia com mais de 40 mil Professores decide manter a GREVE
Reunidos no Vão livre do MASP e na Avenida Paulista mais de 40 mil professores decidiram manter o movimento, pois o governo Serra e seu Secretário de Educação Paulo Renato, se negam a abrir as negociações e apresentar uma proposta aceitável para os três pontos da pauta: reposição salarial de 34,3%, garantia de emprego e melhores condições de trabalho. Os professores aprovaram manter a pauta de reivindicações já encaminhada ao governo e fazer uma nova Assembléia na próxima sexta feira dia 26 de março no Palácio dos Bandeirantes.
Após a Assembléia os professores saíram em passeata até a Praça da República, cobrindo todo o trajeto da Paulista e da Avenida Consolação, realizando uma das mais tranqüilas manifestações dos últimos anos, com diversos tipos de protestos individuais, mostrando a extraordinária capacidade de criatividade da nossa categoria. Já na Praça da República uma comissão composta pelas entidades tentou entrar na Secretaria para falar com o Secretário mais o mesmo não se encontrava no local.
Por sugestão nossa, a diretoria da APEOESP decidiu que na próxima terça feira dia 23 de março irá até a Secretaria reiterar a pauta protocolada no dia 22 de janeiro e pedir uma audiência em regime de urgência com o Secretário, exigindo a abertura de um canal de negociações. Todos os veículos de comunicação da grande imprensa serão convidados a acompanhar esta atividade, a qual tem por objetivo desconstruir o discurso do governo de que a pauta não foi enviada e que somos intransigentes não queremos negociar, pois a greve é política.
Vamos mostrar que o arrogante e intransigente é o governo Serra, que está fazendo política com o sofrimento da nossa categoria, enchendo os grandes jornais de mentiras e factóides a exemplo da propaganda na TV, onde mostra uma escola virtual (professores que ganham 7 mil reais por mês, 15 mil reais de bônus, 2 professores por sala, computadores e outros recursos pedagógicos em sala de aula). Um insulto a nossa inteligência, pois na escola real a situação é bem diferente: salas superlotadas, salários arrochados (cada 100 reais que recebíamos em maio de 1998 hoje só valem 65 reais), escolas sem bibliotecas, sem salas de informática, professores são obrigados a pagar água, cafezinho e até estacionamento e o ticket do professor está congelado em 4 reais há dez anos.
Em virtude dessa situação estamos em greve e exigimos o atendimento das nossas reivindicações para que possamos voltar a trabalhar nas nossas escolas e a convivência com os nossos alunos.
ATÉ A VITÓRIA!
Sem Negociação Assembléia com mais de 40 mil Professores decide manter a GREVE
Reunidos no Vão livre do MASP e na Avenida Paulista mais de 40 mil professores decidiram manter o movimento, pois o governo Serra e seu Secretário de Educação Paulo Renato, se negam a abrir as negociações e apresentar uma proposta aceitável para os três pontos da pauta: reposição salarial de 34,3%, garantia de emprego e melhores condições de trabalho. Os professores aprovaram manter a pauta de reivindicações já encaminhada ao governo e fazer uma nova Assembléia na próxima sexta feira dia 26 de março no Palácio dos Bandeirantes.
Após a Assembléia os professores saíram em passeata até a Praça da República, cobrindo todo o trajeto da Paulista e da Avenida Consolação, realizando uma das mais tranqüilas manifestações dos últimos anos, com diversos tipos de protestos individuais, mostrando a extraordinária capacidade de criatividade da nossa categoria. Já na Praça da República uma comissão composta pelas entidades tentou entrar na Secretaria para falar com o Secretário mais o mesmo não se encontrava no local.
Por sugestão nossa, a diretoria da APEOESP decidiu que na próxima terça feira dia 23 de março irá até a Secretaria reiterar a pauta protocolada no dia 22 de janeiro e pedir uma audiência em regime de urgência com o Secretário, exigindo a abertura de um canal de negociações. Todos os veículos de comunicação da grande imprensa serão convidados a acompanhar esta atividade, a qual tem por objetivo desconstruir o discurso do governo de que a pauta não foi enviada e que somos intransigentes não queremos negociar, pois a greve é política.
Vamos mostrar que o arrogante e intransigente é o governo Serra, que está fazendo política com o sofrimento da nossa categoria, enchendo os grandes jornais de mentiras e factóides a exemplo da propaganda na TV, onde mostra uma escola virtual (professores que ganham 7 mil reais por mês, 15 mil reais de bônus, 2 professores por sala, computadores e outros recursos pedagógicos em sala de aula). Um insulto a nossa inteligência, pois na escola real a situação é bem diferente: salas superlotadas, salários arrochados (cada 100 reais que recebíamos em maio de 1998 hoje só valem 65 reais), escolas sem bibliotecas, sem salas de informática, professores são obrigados a pagar água, cafezinho e até estacionamento e o ticket do professor está congelado em 4 reais há dez anos.
Em virtude dessa situação estamos em greve e exigimos o atendimento das nossas reivindicações para que possamos voltar a trabalhar nas nossas escolas e a convivência com os nossos alunos.
ATÉ A VITÓRIA!
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